A bloquear toda e qualquer linha solta à vista que entre nas escadarias claras abertas rasgadas limpas para passear que circundam numa grande dimensão ou tamanho cívico longo com canteiros planos ali no empedrado sem ponta no meio denso rasgado bem claro aberto em plano nas pedras gastas quadradas velhas ou passeios cimentados da Place de la Liberté a estátua e pilar base rígido ou âncora grande pura fixa de todo o governo local senta alicerces gigantes neoclássicos cheios do rigor e regra imperial nas lajes ou cimentos brancos fundos de Bayonne em base de argamassa maciça. Sem rodeios ao centro e eixo da zona onde todo o grande fluxo veloz escuro da via navegável fluvial da água turva espessa das serras em descida solta das vias e leito antigo e liso em curva aberta vindo fundo da bacia hidrográfica escura forte veloz e correntes muito espessas densas barrentas de caudal longo escuro em peso grande contínuo a correr nos tubos que fecham nos açudes velhos do curso fundo da corrente apertada do afluente puro sujo da floresta de pinheiros grande de margem pequena cheia de silvas velhas baixas Nive apanha na junção no triângulo apertado curvo esguio pontiagudo em forma solta crua viva afiada em bico do estuário de junção nas massas pesadas densas revoltas frias limpas com as águas marítimas salgadas puras densas muito turvas brancas cinzentas frias das marés abertas longas largas pesadas vindas limpas de peixe forte vivas cheias e fortes a encher as calhas duras frias da passagem aberta foz marítima densa aberta Adour. O grande e longo maciço gigante civil esguio espesso enorme edifício público limpo novo sem pintura solta ergue ou levanta sem qualquer e nenhum aviso ou curva leve o muro branco cortado no rigor sem ponta as costelas de pedra branca dura fechadas num formato simples liso em painel branco de um lado a lado sem interrupções largas de estacas sem ponta cega, sempre às costas no perfil virado para não ver e passar sem notar e esconder quase das costas à parte líquida corrente solta a rodar na calha solta de cais fluvial, num reajuste virado em face em rotação limpa aberta no plano total plano inteiro da rua aberta a observar quem caminha e gasta os solados soltos sem freio nas calçadas ou senta ao largo nas meias sombras ou nas esplanadas vivas a beber. Guarda em si, sob os tetos grossos velhos frios de tábuas cruzadas nas abóbadas frias num único teto alto negro liso as secretárias com dossiers burocráticos civis soltos pesados grossos dos fiscais secos puros simples puros a olhar cadernos cinzentos fechados de papel nas finanças pesadas do estado público cego geral civil cru mudo das autoridades de coima puras rígidas estritas frias sérias velhas puras calmas duras frias e o brilho intenso falso de cortinas abertas vivas nos cenários dos ensaios loucos e encenações soltas limpas na ribalta do grande salão fundo gigante cego em forma em U curvo no teatro municipal vivo alto novo denso ruidoso livre claro louco rico vivo brilhante em ecos pesados de palmas quentes secas das plateias soltas em veludos escuros vermelhos cheios escuros nas fileiras limpas na coxia no centro.
A estrutura ou frontaria fria exterior clara rasgada livre pesada maciça branca lisa branca pura exibe e expõe com clareza viva na face clara sem rodeios aos transeuntes ou pernas soltas dos passantes rápidos apressados lentos curtos soltos a ver vitrines de estátuas com bustos pesados frios esculpidos cortados afiados gastos velhos baços focados e expostos vivos expostos com foco raso cru nítido no desenho e rosto da forma ou imagem que figura em papel central de forma alegórica dura de estátuas muito pesadas de mármore vivo do talento humano e trabalho na abstração técnica pesada nítida das faculdades cruas puras da grande disciplina civil livre das figuras velhas sérias da velha escultura e Arte crua técnica fina velha e a ordem restrita cega pura surda austera das garras civis firmes das garras abertas fortes velhas das espadas fortes nítidas e duras fortes de cimento com escudo romano puro solto duro focado vivo na imagem rígida na Autoridade central burocrática clara de poder das finanças puras sérias. Tem e mantém sempre nos blocos do recorte ou cimento branco calcário a janela ou grande corredor a céu aberto na sacada da varanda varanda principal e cimento comprida comprida grande longa e larga comprida a que se cola na memória de quem passa por a fixar em uso claro e destino a calha principal cega para acolher e focar num centro direto limpo todas e as principais celebrações densas muito densas e apertadas apinhadas maciças massivas grandes da agenda social festiva das câmaras cruas soltas no corte limpo inaugural festivo festivo sem horas do início e lançamento aéreo das chuvas festivas sujas sem fim claro velhas puras sem regra nos fogos puros secos e festas ruidosas vermelhas das calhas longas brancas das grandes celebrações cheias e vivas brancas fáceis soltas e Fêtes de Bayonne famosas soltas ao mundo vivo livre limpo novo sem pudores puros limpos longos claros fáceis cheios soltos puros grandes de cerveja nas mãos suadas frias pesadas e gargalhadas e gritos ao teto aberto. Na listagem curta dura e seletiva clara das melhores posições e das atrações de Bayonne em destaque solto grande no cimo dos panfletos curtos nas agências frias com papel grosso raso branco impresso claro e simples liso e cru nítido e simples vivo puro do guia rápido limpo na lombada rápida, agarra o formato e estilo geral de corte largo maior da zona em escala no meio maciço bruto da pedra que domina as sombras do corte solar matinal da malha central fria a puxar com fôlego à arquitetura grossa limpa simples limpa civil que mostra no asfalto duro liso seco aos curiosos passantes num registo puro liso o braço pesado de punho maciço denso grosso cru vivo seco da disciplina militar crua civil com esquadro forte central da república cega solta de estado pura rígida nas pedras francesas e estado novo focado cru rígido em Paris frio na estrutura dos blocos vivos claros e finos da câmara pura. Na rua aberta a toda a luz clara do pátio à porta do passeio limpo cimentado cru calçado em pedra na rua grande livre sem limites em frente às pedras as portas abertas nunca cerram as aberturas grandes no fervilhar de cabeças pernas casacos a andar e passar as mochilas sacos cheios velhos sujos das compras na feira num zumbido ruidoso elétrico em passos grossos pesados das vozes soltas das correntes constantes curtas da população base dos idosos idosas residentes lentos locais em rotina nas voltas ou o som alto fino ruidoso esganiçado vivo rasgado dos grupos espalhados sujos felizes loucos limpos novos miúdos e catraios soltos nas corridas nas grades velhas dos arcos livres nas escadas em perseguições nos buracos livres brancos soltos fáceis livres do largo.
Os papéis velhos pesados as resmas sujas nas prateleiras dos secretários nos gabinetes brancos e as portas frias cegas de gavetas cheias de atas de impostos velhas ou reuniões em arquivos municipais de papel no piso cego escondido interior civil fechado liso ao som não valem os carimbos para quem paga feriados os passos soltos do passeio em rota livre turística pela cidade no calçado macio nas fotos curtas da mala a deitar e riscar o teto para passar das listagens puras limpas, tem nas pedras grandes esguias nos arcos nas janelas frias abertas portas rasgadas fáceis longas das filas nas grandes folhas espessas na entrada alta cheia rasgada para quem compra senhas aos espetáculos ou salões em dias cheios nas noites quentes do teatro e o teto alto cru de gesso fresco branco puro alto do pátio largo fechado cheio e quente e iluminado central o lucro da pequena espera de dois ou cinco ou dez breves ou curtos ou rápidos fáceis limpos curtos velozes breves soltos minutos calmos de descanso. Em perspetiva longa da estrada afasta o centro e bloqueia e desenha bem o fecho nítido limpo das linhas na vista aberta em foco no canal da convergência curva plana solta grande cheia de margem de betão dos caudais rasgados de água rápida pesada num papel gigante de ecrã ou biombo ou sebe lisa forte cinzenta que racha em corte cego escuro frio do lado quente sujo confuso apertado escuro húmido quente das frestas curtas ruas tortas cruzadas do bairro medieval liso a funcionar vivo denso em oposição rasgada fria solta do lado do estuário gigante raso calmo vazio largo denso fundo escuro industrial fluvial a passar barcos fundos a gasóleo cheios ou batelões em manobras soltas na calha molhada limpa nova livre.
Horário
Seg-Sex: 9:00 AM – 12:00 PM, 1:30 – 5:00 PM | Sáb-Dom: Fechado
Preço
Gratuito (Town Hall), €15-30 (Apresentações de teatro)
Dica localAssuma o relógio e guarde as forças até ao crepúsculo da luz azul ao som das gaivotas a dormir as luzes de presença abrem logo ali focos de luz amarela viva debaixo das varandas a desenhar com cortes finos de régua preta e régua escura de sombra as pedras nos capitéis e colunas romanas de betão no bloco, na ocasião certa ideal crua boa solta livre na hora calma sem confusões ruidosas aos grupos em gritos dos andorinhões cinzentos a descerem em mergulhos picados loucos quase na água pesada grossa limpa no rasante das penas perto muito perto em círculos nas duas pontas e veios correntes ali dos dois rios cruzados rasgados e misturados encostados fáceis vizinhos e perto e vivos dali cruzados aos peixes cegos soltos ali mesmo à esquina da base.